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Abordagens para o diagnóstico de PAF ou ATTR-PN

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Células que representam a patologia PAF

 

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Abordagens para o diagnóstico de PAF ou ATTR-PN

O caminho para o diagnóstico da Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF) pode ser longo tanto para o paciente quanto para o médico, já que os sinais e sintomas se assemelham com os de outras doenças mais comuns.¹,²

Um dos grandes desafios para os profissionais de saúde que podem não estar familiarizados com essa doença rara, é relacionar a conexão entre todos os sintomas que parecem não ter ligação entre si. ²

Além disso, os primeiros sintomas mais frequentes, como formigamento ou perda de sensibilidade nos pés, não levam as pessoas a procurarem um médico imediatamente. Outros sintomas menos comuns de início precoce, podemos citar a diarreia e constipação, que podem levar o paciente a consultar um gastroenterologista, por exemplo. ¹

Dessa maneira, os pacientes acabam passando por várias consultas, exames e avaliações em busca de um diagnóstico. Quanto antes for diagnosticada, mais rápido o tratamento adequado pode ser iniciado com melhora na qualidade de vida. Afinal, quando suspeitar do diagnóstico de Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF) e quais abordagens seguir?¹,²

Tudo depende de vários fatores, como a existência de história familiar, bem como o tipo e gravidade dos sintomas.²

Suspeita de Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF) ou ATTR-PN

O quadro clínico de PAF ou ATTR-PN não é único. Por esse motivo, é extremamente importante que o médico saiba reconhecer os sinais de alerta para considerar a biópsia e a genotipagem. ³

Em pacientes com polineuropatia sensorimotora indeterminada progressiva, uma ou mais das seguintes características devem levantar a suspeita: ³

·         História familiar de neuropatia;

·         Hipotensão ortostática;

·         Disfunção sexual (Disfunção erétil);

·         Perda de peso inexplicada;

·         Arritmias, bloqueios de condução, hipertrofia cardíaca e cardiomiopatia;

·         Síndrome do túnel do carpo bilateral;

·         Anormalidades renais (proteinúria);

·         Opacidades vítreas;

·         Queixas gastrointestinais (diarreia crônica, constipação ou alternância entre diarreia e constipação);

·         Progressão rápida;

Outros pontos importantes a se considerar:²

·         A Polineuropatia Amiloidótica Familiar afeta o sistema nervoso periférico e se manifesta com uma combinação desses sintomas citados acima.

·         A PAF é hereditária, ou seja, a história familiar é muito importante, pois isso pode ajudar em um diagnóstico precoce.

Diagnóstico de Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF) ou ATTR-PN

 No caso de conhecimento do histórico familiar, o diagnóstico da PAF, geralmente, é feito por teste genético para detecção da mutação presente no membro da família afetado. ¹

A confirmação da presença de amiloide em um tecido (glândula salivar, gordura abdominal, nervo etc.) normalmente pode ser realizada através da biópsia, pois permite identificar os locais onde há o acúmulo de substância amilóide responsáveis pelos sintomas da doença.¹,³

É importante observar que uma biópsia negativa não exclui o diagnóstico de PAF. Se a suspeita ainda for alta, recomenda-se dar seguimento às investigações utilizando-se de outros métodos diagnósticos. ³

A confirmação genética de uma mutação associada à TTR é obrigatória para o diagnóstico de Polineuropatia Amiloidótica Familiar.¹,³

Diferentes testes genéticos podem ser realizados para o diagnóstico. Em famílias com uma mutação conhecida, testes genéticos específicos para essa mutação devem ser realizados. Já em pacientes com uma mutação desconhecida ou sem histórico familiar, o sequenciamento completo do gene TTR para identificação da mutação e descrição de novas mutações é mais recomendado. ³

O histórico familiar é muito importante, já que filhos de portadores de PAF têm 50% de chance de apresentar o gene da doença. O gene mutante da PAF é detectado através da análise da sequência do DNA, nos éxons 2, 3 e 4 do gene da TTR (Transtirretina). Essa análise de DNA é feita por meio da técnica PCR (reação de cadeia de polimerase) utilizando o material biológico doado pelo paciente (sangue ou células de mucosas).

Uma observação importante para o teste genético é que, apesar do gene mutado poder estar presente, não necessariamente a doença irá se manifestar. Esses indivíduos podem, então, serem acompanhados regularmente por médicos especialistas e, caso surjam os sintomas, é possível realizar um diagnóstico precoce e implementar um plano de cuidados adequado desde o início da descoberta.¹,²,

Além disso, a avaliação cardíaca pode ser uma importante etapa diagnóstica para PAF, especialmente nas formas predominantemente com manifestação cardíaca.¹

Quanto mais conhecimento sobre as abordagens diagnósticas para Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF) ou ATTR-PN, melhor será o acompanhamento de modo que possam receber o melhor tratamento com impacto positivo em sua qualidade de vida.

PP-VYN-BRA-0842-junho/2023

Referências:

1.        Associação Portuguesa De Paramiloidose. O caminho dos doentes até ao diagnóstico. Disponível em: http://www.paramiloidose.com/en/paramiloidose.php?a=2&id=28 Acesso em 05/01/2022.

2.       Pausa para vida – Pfizer. Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF). Disponível em: https://www.pfizer.com.br/pausapravida/polineuropatia-amiloidotica-familiar-paf Acesso em: 05/01/2022.

3.        Pinto, Marcus Vinicius et.al. Consenso Brasileiro para o diagnóstico, manejo e tratamento da Polineuropatia Amiloidótica Familiar associada à Transtirretina. 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/anp/a/HTVbXBjx3DKnwbttT9r7Jgc/?format=pdf&lang=en Acesso em: 05/01/2022.

4.        Associação Brasileira de Paramiloidose. Diagnóstico. Disponível em: http://abpar.org.br/diagnostico.html Acesso em: 05/01/2022.

O diagnóstico da Polineuropatia Amiloidótica Familiar pode ser longo tanto para o paciente quanto para o médico. Entenda as abordagens para diagnóstico aqui.

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